quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

A Lot Like Love


Não sei porque mas sempre que coloco este filme para assistir penso que vai ser diferente. Mas pela milionéssima vez esse pensamento não passa de um engano. Seja atráves das mesmas cenas clichês, seja por cenas que eu nem lembrava mais, seja pela trilha sonora perfeita, seja pelo diálogo dos personagens ou até mesmo pelo silencio deles, não importa, é sempre o mesmo sentimento: aquele velho misto de nostalgia e alegria esperançosa.

Há três anos é a mesma coisa. Ainda bem!


Quanto ao post vou poupar meu tempo e não falarei sobre a sinopse do filme tampouco sobre as atuações, trilha sonora e etc. Lembro me que na época de lançamento, sinopses, trailers e a chamada - "Não há nada melhor que um grande romance... para arruinar uma amizade perfeitamente boa." - me fizeram ter uma idéia completamente diferente do filme. É melhor dispensar qualquer um destes detalhes e simplesmente aproveitar o filme... nem que seja em plena noite de Natal.


E na Playlist: Breath - Anna Nalick [da trilha sonora do filme]

domingo, 23 de novembro de 2008

The Bubble


Inevitavelmente tive que pular o comentário sobre a Rolling Stone deste mês - que foi muito melhor que a edição de aniversário - , pular comentários sobre uma série de filmes que assisti... Superei também a falta de tempo e a preguiça porque este filme pedia um comentário imediato, antes que seu impacto sobre mim passasse. Então aqui estou eu.

Desde o Festival do Rio de 2007 venho tentando assisti-lo, mas por falta de ingressos não o vi, depois adquiri o filme e como já é comum acontecer, deixei de lado, afinal o filme sendo meu não há pressa em assisti-lo. Porém hoje, depois de muito pensar e quase assisti pela centésima vez “De Repente é Amor” resolvi reduzir a lista de filmes que me esperam para as férias. Como não queria desperdiçar a chance de assisti algo romântico escolhi The Bubble. Tudo bem que o filme trata também de questões políticas mas eu na minha inocência acreditava que isso seria apenas o plano de fundo para um romance clichê qualquer. Porém me enganei.

Realizado por Eytan Fox, The Bubble - assim como “Delicada Atração”, do mesmo diretor - também trás como temática a questão da homossexualidade, porém ele trás um algo a mais que é o fato desta relação ser entre um Israelense e um Palestino.
Desde o seu início o conflito Israel e Palestina é abordado, porém isso passa despercebido quando o foco se volta para Tel Aviv - conhecida como a bolha devido ao modo indiferente como seus habitantes tratam a guerra - onde os amigos Noam, Yali e Lulu dividem um apartamento. A partir deste instante nos é mostrado como as pessoas levam suas vidas normalmente embora vivam meio a um conflito constante. Mas a chegada do Palestino Ashraf em Tel Aviv e seu rápido envolvimento com Noam serve para que o filme deixe de lado as questões afetivas e parta para uma abordagem mais política, retratando o preconceito, a intolerância e a difícil convivência pacífica entre cidadãos de ambas as regiões – mesmo que estes procurem se manter apolíticos.

De uma forma bem sutil, apelando até mesmo para um lado às vezes cômico “The Bubble” nos apresenta o estilo de vida destes jovens que vivem também cercados pela cultura americana, seja através das roupas, musicas e filmes. Mostra o idealismo presente entre eles, que também enxergam o irracionalismo deste conflito. Mostra as dificuldades de ser homossexual ainda mais em países aonde o sectarismo ainda é uma manifestação forte. Mostra a importância que é dada aos valores e tradições familiares.
De alguma forma o filme assume o sentido inverso quanto a sua proposta, pois a homossexualidade que a princípio é sua a temática se torna apenas o pano de fundo para abordar a questão do conflito Israel/Palestina.
E no final o que menos importa é qual tipo de relação é abordada, o que vem a tona é o sentimento de quão estúpidos são estes conflitos.

E na Playlist: Just Like Honey - The Jesus and Mary Chain

terça-feira, 28 de outubro de 2008


"There's a big fucking world out there. It's messy, and it's chaotic, and it's never, never ever the thing you'd expect. It is ok to be scared, but you cannot allow your fears to turn you into an asshole, not when it comes to the people that love you, the people that need you."

(Carter Webb)
Não posso negar que o motivo de eu ter assistido "In The Land Of Women" se deve à presença de Adam brody, que imortalizou o nerd Seth Cohen no seriado The OC, como personagem principal do filme. Porém no decorrer da história tal semelhança com Seth Cohen vai desaparecendo e finalmente conseguimos enxergar Adam Brody como Carter Webb.
No filme Carter Webb é um escritor de contos pornos que ao levar um fora da sua namorada decide sair de Los Angeles rumo a Detroit afim de cuidar de sua avó que está doente. Está parece ser a oportunidade que ele esperava para repensar sua vida tanto no campo amoroso quanto profissional.
No entanto Carter , além de cuidar da sua avó acaba conhecendo as mulheres que moram na casa da frente - a matriarca da família Sarah(Meg Ryan), a jovem Lucy(Kristen Stewart) e a pequena Paige(Makenzie Vega) - e com elas acaba fortalecendo laços de amizade e de amor.
Sarah é uma mulher que se ve estagnada frente a sua própria vida, apresentando sempre um ar triste e melancólico. Como se esperasse um algo a mais da vida.
Lucy é uma garota que vive uma relação conflituosa com sua própria mãe e que parece querer ser completamente o oposto dela.
Enquanto Paige, embora ainda uma criança é a que aparenta ter mais os pés no chão mesmo querendo se casar com Carter.
Os tramas dos personagens vão se desenrolando em sua maior parte atráves das longas caminhadas de Carter e Sarah pela agradável vizinha, e nas conversas de Carter com Lucy. É a partir deles que vamos conhecendo os personagens e suas histórias.
O que vemos é uma troca de experiências e conselhos. E o que podemos tirar disso tudo é que de alguma forma Carter mudou a vida delas e elas mudaram a vida de Carter.
Quem espera de um filme grandes emoções não encontrará em "In The Land of Women" este ingrediente, mas para quem gosta de boas atuações, diálogos e leveza, pode assistir que isso é garantido.


E na Playlist: Só Pro Meu Prazer - Leoni

domingo, 26 de outubro de 2008

Mamma Mia


Deveria ter feito este post há duas semanas, quando assisti ao filme, mas enrolações a parte não poderia deixar de falar dele.

Como sou fã de musicais sou meio suspeito para falar mas vamos lá.

O filme conta a história de Sophie (Amanda Seyfried), que vai se casar em poucos dias, e por isso mesmo deseja descobrir quem é seu pai, para que ela possa ter quem a leve ao altar. Porém essa tarefa não é nada fácil. Tendo em mãos um antigo diário, ela descobre que dos três antigos amores de sua mãe Donna (Meryl Streep) um deles é seu pai, e por isso ela resolve convidá-los para seu casamento afim de desvendar o mistério.
A partir dos amores mal resolvidos de Donna e da tentativa de descobrir quem é o pai de Sophie, o filme se desenrola meio as diversas canções do Abba.
Provavelmente este não é o melhor musical do cinema, mas é impossível não destacar as atuações de Meryl Streep, que diferente dos seus papeis mais sérios, é pura descontração. Contracenando na maior parte das cenas com Christine Baranski e Julie Walters, ela é esbanja energia. Pula, Mergulha, Corre, Canta e Dança como ninguém. Se eu não era apaixonado pela atriz, agora sou. E se tem canção que se encaixou como uma luva ao personagem foi "Dancing Queen". A letra diz tudo: "You are the dancing queen, young and sweet, only seventeen". Desessete pode não ser sua idade de fato mas com certeza é o equivalente a sua energia em cena.



E na playlist: Read My Mind - The Killers






Shelter


Encantador é a melhor definição para o filme "Shelter" . É a segunda vez que assisto, e a sensação que o filme passa continua sendo ótima. Embora abordando a temática GLS, "Shelter" vai muito além disso. A história tem como personagem principal Zach (Trevor Wright), um jovem surfista que deixa seus sonhos de lado para assumir a responsabilidade de cuidar de seu sobrinho e de sua irmã, que leva a vida de uma forma inresponsável.
Portanto Zach conhece Shaun (Brad Rowe) irmão do seu melhor amigo, e o que a princípio surge como uma amizade se torna algo mais forte. A partir deste momento Zach ve sua vida mudar completamente. A relação com Shaun insere dúvidas, medos e conflitos na vida de Zach mas ao mesmo tempo ele parece ser o que faltava para mostrar a Zach que sua vida vai além de seus deveres com os outros, que ele tem sonhos, talentos e precisa seguir em frente em busca de seus objetivos. E é isso que Zach faz. Incentivado por Shaun, ele se inscreve na faculdade de arte e encontra um novo sentido para sua vida.
Muito mais que mostrar a relação entre um casal de gays, e sem apelar para cenas explícitas, mostrando o amor do casal da forma mais sutil e carinhosa possível, "Shelter" resalta como as vezes ficamos acomodados frente a algumas dificuldades, como as vezes abdicamos dos nossos próprios sonhos para cuidar de outras pessoas. É uma história de auto-aceitação e de descoberta, que mostra como as vezes os mais fácil é aceitar quem somos e deixar que algumas pessoas entrem em nossas vidas, porque muitas vezes o que nos falta é alguém para mostrar o caminho, independente de quem seja. É a velha história do "Toda forma de amor vale a pena".


[P.S.: Fotografia e Trilha sonora perfeitas.]


E na Playlist: Unsaid - The Fray

domingo, 12 de outubro de 2008


Já tinha dito que eu li na Rolling Stone que o novo álbum dos Killers, "Day & Age", está com previsão de lançamento para Novembro, não é? Mas eles já lançaram nas rádios americanas o primeiro single do CD, a canção se chama "Human", e eu não consigo parar de escutar. Meu mais novo vício musical.
Das três músicas de "Day & Age" que já escutei essa é a melhor, uma batida leve e nostálgica, que me trás bons sentimentos. Nada que se compare com o que sinto quando escuto "Mr. Brightside" e "Smile Like You Mean It", é claro. Mas se o álbum inteiro seguir esse ritmo, posso apostar que não deixará nada a desejar aos dois trabalhos anteriores do quarteto de Las Vegas. Agora é só esperar o lançamento.

P.S.: Esse mês faz um ano que os The Killers vieram ao Brasil, puta nostalgia hein. Um show para não se esquecer jamais.

E na Playlist: Human - The Killers

E as duas últimas semanas foram corridas demais, por isso a ausência. Provas e muita coisa para ler ocuparam todo meu tempo e me tornaram um zumbi na última semana. Dormir quatro horas estava sendo um privilégio, acreditem. Mas no meio da correria, tive que tirar um tempinho - bem corrido também - para assistir os pouquíssimos filmes do Festival. Sim pouquíssimos. Dos cinco poucos que encaixei no meu horário só consegui três. Mas de qualquer forma três excelentes filmes.Tinha a pretensão de dedicar um post a cada um deles mas como não consegui vou falar leiga e rapidamente sobre cada um deles.

"Vicky Cristina Barcelona" do Woody Allen é excelente. A história é boa. O clima do filme é gostoso e as atuações realmente são ótimas, na minha opinião destaque especial para Penélope Cruz. Tudo bem que a Scarlett é a minha queridinha mas a Penélope realmente me conquistou nesse filme. A intensidade dela me encanta. Tirando isso, sem grandes lições de vida ou coisas do tipo. O filme gira em torno de relações amorosas e sexuais, algumas casuais, umas planejadas, outras avenureiras, tendo como centro um triângulo amoroso, mostrando que muitas vezes um ingrediente a mais pode ser essencial para que uma fórmula de certo. Mais um do Woody Allen que adoro.

"Rebobine, Por Favor" do Gondry é uma comédia com uma pitada de drama que vale a pena ser vista. A comédia fica por conta da atuação de Jack Black e de Mos Def "suecando" alguns clássicos dos anos 80. Quem assistiu "Os Caça Fantasmas" e "RoboCop" vai sentir até uma certa nostálgia em alguns momentos. Já a parte dramatica fica por conta do personagem de Danny Glover, que interpreta um dono de locadora que tenta driblar os desafios da nova tecnologia para tentar salvar a sua locadora e permitir que a memória do lugar não se perca. Um filme que mesmo não sendo intenso em nenhum gênero agrada a quem vê. Pelo menos a mim agradou.

"Queime depois de ler" dos irmão Cohen é o tipo de filme que você vai assistir achando que é de ação mas na verdade se depara com uma espécie de humor negro que aborda as loucuras nas quais as pessoas podem se envolver afim de alcançar seus objetivos. Um mix de ação e comédia em torno de dramas pessoais como a traição, solidão, egoísmo, hedonismo. Destaque para o "Chad" do Brad Bitt, personagem hilário, para mim ele sustenta a parte cômica do filme. Um bom filme, você sai do cinema rindo e ao mesmo tempo indignado. [- A mulher faz uma confusão na vida de todo mundo e ainda se dá bem.]


E na Playlist: John Mayer - Bigger Than My Body

sábado, 27 de setembro de 2008


Mais de uma semana da última postagem e o frio continua... Brrrr
Bom, mas nem frio e chuva me impediram de garantir meus primeiros ingressos para o Festival do Rio que começou na última quinta.
Sexta-Feira de chuva forte aqui no Rio mas mesmo assim enfrentei o tumulto da Ouvidor em pleno horário de almoço, peguei o metro e fui com duas amigas em busca dos nossos ingressos, e para finalizar pagamos o grande mico do ano dando uma entrevista - no mínimo bizarra - para a Record que queríamos que falássemos sobre os desafios que enfrentamos - vide matar aula na faculdade - para assistir aos filmes. Nem vou comentar sobre meu papo com a repórter, morro de vergonha só de lembrar.
Agora sobre os filmes, pretendo assistir a uns cinco, seis mas como nem todos ainda estão liberados comprei apenas dois: "Vicky Cristina Barcelona", do Woody Allen - ansiosíssimo para assistir - e "Queime depois de Ler" dos irmão Cohen.
Agora é só ficar atendo para conseguir comprar "Chevoluçao" - que conta a história de como aquela famosa foto do Che Guevara se tornou... Famosa. "Rebobine, Por favor" do Gondry e "Sinédoque, Nova York", do Kaufman.

Tirando isso semana tranquila e final de semana sem festas, bebidas e etc.
É né?!


E na Playlist: Moody's Mood For Love - Amy Winehouse

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Brrrrr...
Semana chuvosa e fria essa hein... eu particularmente prefiro assim, mas que tá sendo difícil sair da cama toda manhã tá. Sem contar os afazeres dosméticos que normalmente já são um saco de fazer, com esse frio então, botar a mão na água GELADA é uma tortura, mas enfrentei esse problema e está tudo em ordem, casa limpa, roupa lavada e geladeira reabastecida.
Mas o frio tem seu lado positivo, aproveitei para ficar debaixo do edredon colocando minhas séries em dia. E o terceiro episódio de GG - "The Dark Night" - foi muito bom. Já em 90210 nada demais. Normal.
Também aproveitei para enfim assistir "Made of Honor", nossa achei tão legal, assisti achando que seria uma coisa meio remake de o "O Casamento do meu Melhor Amigo", ou seja, uma droga... Mas que nada, é bem diferente. E eu como não deixo de lado minha afeição pelos filminhos "água com açucar" - afinal todo mundo merece ser idiota e se iludir com as histórias de amor Hollywoodianas - adorei! A trilha tb é muito boa. Enfim... quem ainda não viu, veja!
Ahhh e sobre a Rolling Stone...
Bem a matéria da Amy é apenas um tradução da matéria que saiu na RS EUA, então eu já tinha lido alguma coisinha... mas foi bom ler na íntegra. A matéria na verdade fala mesmo sobre os problemas que todo mundo já tá cansado de saber, drogas, álcool, Blake... e o que ela diz disso? "Há um monte de coisas que são mais normais para mim do que para você". Isso é Amy.
No mais, até onde eu li, previsão de lançamento do novo CD dos Killers em Novembro. [mega ansioso] e uma matéria bem bacana com a Angelina Jolie de 99 no Arquivo RS.
E é isso, enfim amanhã já é sexta e sexta de calourada. Oba!

E na Playlist: Janta - Marcelo Camelo

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Segunda-Feira de céu nublado, frio... dia perfeito para ficar debaixo do edredon fazendo nada. E eu que não sou bobo resolvi aproveitar, desliguei o despertador, acordei às 16h, cancelei minhas obrigações, não atendi o telefone e fiquei fazendo aquilo que o dia pedia: NADA!
Merecemos curtir nossos dias de introspecção. Super Normal!

E na Playlist: True Colors - Cindy Lauper

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

E não é que eu fiz o prometido...
Cozinha limpa, jantar feito e 90210 assistido.
Bom, eu como apreciador dessas séries teens onde os personagens de quinze anos têm cara de vinte e cinco sou meio suspeito para falar, but I really loved it.
Depois do fim de The OC é bom voltar à California, mesmo que a história seja completamente diferente e que não tenha nenhum casal a la Seth e Summer.
Mas ainda é cedo para definir meus personagens apaixonantes - sim, porque sempre me apaixono por personagens - mas já tenho alguns cujo o estilo muito me encanta.
De qualquer forma, a série é bem legal, gosto desse climinha de colégio; brigas; traição; drogas; sexo; alcoolismo; amigos, então só nos resta esperar pelos próximos episódios e ver se a idéia de um novo "Barrados no Baile" dará certo. Eu aposto que sim!

E na playlist: Nada agora! Mas se quer uma dica ouça o CD do Paolo Nutini, o disco todo é muito bom.

domingo, 14 de setembro de 2008

De fato domingo é um dia detestável. Depois de dois dias/noites intensos(as) me vem um domingo chatinho desse. Estou sem saco para fazer nada, a casa tá uma zona... podia ir dá um jeito nisso... mas não quero! Tô com fome, podia ir preparar algo para jantar, mas também to sem saco. Tenho uns dez filmes aqui para assistir mas agora eles parecem tão desinteressantes... Acho que hoje estou desinteressante e desinteressado. Podia ter dormido o dia inteiro e acordado só na segunda. Bom, mas também to sem sono.
Enfim, tenho que fazer algo! Então vou arrumar minha cozinha e preparar o meu jantar, depois assistirei 90210. Tô baixando agora e quero ver se esse spin-off é bom! Acho que para séries estou com saco. Acabei de assistir GG e o pessoal de Manhattan me pareceu uma boa companhia para esse domingo tedioso... então vamos ver o que falar do pessoal de Beverly Hills.

E na Playlist: Rewind - Paolo Nutini

quinta-feira, 11 de setembro de 2008


E a Rolling Stone numéro 24 acaba de chegar em minhas mãos.
Capa melhor não poderia ser... para mim a melhor dos últimos tempos: Amy Winehouse! E a foto? Belíssima!
Huuum e pelo que eu vi folheando parece que o conteúdo faz jus a capa... Angelina Jolie, matéria especial sobre os 50 anos de Bossa Nova e ... The Killers.
Se não fosse quase 2 da manhã começaria a ler a matéria da Amy agora mesmo...


E na Playlist: In The Dark-Tiesto

domingo, 7 de setembro de 2008

[Re] Starting!

Abril de 2007
Primeira postagem aqui!
Mais de um ano passou e esse blog se manteve apenas com quatro postagens, sim ele não conseguiu levar muito a sério, gostava de escrever mas de alguma forma se sentia intimidado. Porém tanta coisa mudou nesse pouco mais de um ano. De rapaz desocupado a espera do início das aulas na faculdade se tornou enfim um universitário e já está no terceiro período. De um amontoado de interrogações se tornou outro amontoado de interrogações, mas dessa vez é diferente, as interrogações - ahhh essas nunca o deixam - agora dividem seu espaço com algumas exclamações e como ele acha bom te-las.
Sua vida continua o mesmo marasmo de sempre, porém é um marasmo muito mais divertido. Sim! Muito Mais! Pouco tempo se passou mas bastante coisa mudou, a playlist já não é mais a mesma, sua lista de filmes... ahhh essa aumentou significantemente, seu guarda-roupa também não é o mesmo, seus arquivos também não, suas fotos mudaram e junto com elas as paisagens, poses e pessoas. Algumas coisas continuam as mesmas mas até isso é diferente, o paladar já não é igual... vai entender... novos valores foram descobertos, antigos foram deixados para trás. Novos objetivos foram traçados, outros permanecem...
Setembro de 2008
Primeira [Re] postagem aqui!
E na Playlist: I Feel It All - Feist

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